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Apenas para fins informativos — não constitui aconselhamento médico
Quão grave?
Risco de morte
Sim
Vacina disponível?
Tempo até sintomas
Países afetados
Surtos ativos
Verifique se o reforço da dTpa está em dia (a cada 10 anos). A coqueluche é endêmica globalmente e surtos ocorrem em todos os países. Especialmente importante se viajar com ou visitar bebês pequenos. A "tosse dos 100 dias" pode impactar significativamente seus planos de viagem.
Infecção respiratória bacteriana altamente contagiosa caracterizada por acessos de tosse paroxística seguidos de "guincho" inspiratório. Especialmente perigosa para lactentes.
Highly contagious respiratory disease characterized by severe coughing fits.
A coqueluche (pertussis, "tosse comprida") é causada pela bactéria Bordetella pertussis, um cocobacilo Gram-negativo aeróbico estrito, exclusivamente humano. A transmissão ocorre por gotículas respiratórias durante tosse, espirro ou fala, com taxa de ataque secundário de 80–90% em contactantes domiciliares suscetíveis — uma das doenças bacterianas mais contagiosas. O período de incubação é de 5–21 dias (geralmente 7–10 dias).
A doença é classicamente dividida em três fases clínicas: catarral, paroxística e de convalescença, com duração total de 6–10 semanas. O nome popular "tosse dos 100 dias" reflete a duração prolongada. A toxina pertussis (TP) e outras toxinas bacterianas causam necrose do epitélio ciliar respiratório e estimulação do sistema nervoso central (centro da tosse), produzindo os paroxismos de tosse característicos.
A coqueluche é mais perigosa em lactentes <6 meses — faixa etária com maior mortalidade (90% dos óbitos) e risco de apneia. A estratégia de vacinação materna com dTpa no 3º trimestre de cada gestação é fundamental para proteção passiva do recém-nascido por anticorpos maternos transplacentários.
No Brasil, a coqueluche é doença de notificação compulsória ao SINAN. Apesar da alta cobertura vacinal com pentavalente (DTP-HB-Hib), a doença ressurgiu mundialmente desde os anos 2010 — fenômeno atribuído ao declínio da imunidade (waning) com vacinas acelulares (aP) e à acumulação de adultos/adolescentes suscetíveis que servem como reservatório e fonte de infecção para lactentes não ou parcialmente vacinados.
Procure atendimento médico de emergência imediatamente se:
Apneia em lactente: Pausa respiratória, cianose (lábios/unhas azulados), palidez — EMERGÊNCIA COM RISCO DE MORTE
Cianose durante paroxismos de tosse — indica hipóxia
Convulsões associadas a episódios de tosse
Incapacidade de alimentar-se — vômitos pós-tussígenos persistentes impedindo nutrição
Desidratação — ausência de urina, choro sem lágrimas, letargia
Febre alta (>38,5°C) com tosse produtiva — pode indicar pneumonia secundária
Sangramento: Hemorragia subconjuntival, epistaxe persistente, petéquias — sinais de pressão venosa elevada
Letargia ou irritabilidade extrema em lactente
TODO LACTENTE <6 MESES COM TOSSE PAROXÍSTICA DEVE SER INTERNADO para monitoramento contínuo — apneia pode ocorrer sem aviso.
SAMU: 192 | Disque Saúde: 136
Sinais e sintomas mais comuns
Período de incubação: 5–21 dias (geralmente 7–10 dias)
Fase catarral (1–2 semanas) — altamente contagiosa, clinicamente inespecífica:
Coriza (rinorreia aquosa), espirros
Febre baixa ou ausente
Tosse leve, inicialmente indistinguível de resfriado comum
Lacrimejamento, mal-estar leve
Esta fase é a mais contagiosa e a mais difícil de diagnosticar — frequentemente confundida com IVAS
Fase paroxística (2–8 semanas) — quadro clássico:
Paroxismos de tosse: Acessos de 5–10 ou mais tossidas consecutivas, violentas, sem inspiração entre elas, seguidos de um "guincho" inspiratório (whoop) característico — resultado da inspiração forçada através de uma glote parcialmente fechada
O guincho pode estar ausente em lactentes <6 meses (que apresentam apneia e cianose em vez de guincho), adultos vacinados e idosos
Vômitos pós-tussígenos: Muito característicos — vômitos ao final dos paroxismos (não confundir com doença gastrointestinal)
Os paroxismos são tipicamente piores à noite e podem ser desencadeados por alimentação, choro, atividade física
Entre os paroxismos, o paciente pode parecer relativamente bem
Hemorragias subconjuntivais, petéquias faciais, epistaxe: Resultam da pressão venosa elevada durante paroxismos violentos
Cianose durante paroxismos em casos graves
Apneia em lactentes: O sinal mais perigoso — pode ocorrer sem tosse paroxística evidente
Fase de convalescença (2–6 semanas ou mais):
Diminuição gradual da frequência e intensidade dos paroxismos
Tosse pode persistir por semanas a meses
"Recaídas" dos paroxismos podem ser desencadeadas por infecções respiratórias subsequentes por meses
Coqueluche em adultos/adolescentes vacinados:
Frequentemente atípica — tosse prolongada (>2 semanas) sem guincho, sem febre, sem vômitos
Principal importância: fonte de infecção para lactentes suscetíveis
Conhecer os sintomas é o primeiro passo para uma resposta rápida.
Curso típico da doença:
Apresentações atípicas: Adultos e crianças vacinadas frequentemente apresentam tosse prolongada sem o guincho clássico. Lactentes <3 meses podem apresentar apneia em vez de tosse.
Como esta doença é identificada
Diagnóstico clínico (suspeitar em toda tosse >2 semanas): Caso clássico: tosse paroxística com guincho inspiratório e/ou vômitos pós-tussígenos em criança não ou parcialmente vacinada. Em adultos/vacinados: tosse prolongada (>2 semanas) sem outra causa identificada. Diagnóstico diferencial: infecção por B. parapertussis, adenovírus, Mycoplasma, Chlamydia, vírus respiratórios, corpo estranho, refluxo gastroesofágico.
Confirmação laboratorial:
Cultura de nasofaringe (padrão-ouro): Swab nasofaríngeo com Dacron/rayon (NÃO algodão) em meio de Regan-Lowe ou Bordet-Gengou. Sensibilidade ~50-60% nas primeiras 2 semanas; cai dramaticamente após início de antibióticos ou após 3 semanas de doença. Especificidade 100%.
PCR (método preferido na prática): De swab ou aspirado nasofaríngeo. Sensibilidade 70–99%, resultado em horas. Positiva por mais tempo que a cultura (até 4 semanas). ATENÇÃO: pode ser falso-positiva em vacinados recentemente.
Sorologia IgG anti-toxina pertussis: Útil em adolescentes/adultos com tosse >2 semanas sem outra causa. Título único elevado (>100 UI/mL) ou aumento ≥4× em amostras pareadas. Não é útil em crianças vacinadas recentemente.
Hemograma: Linfocitose acentuada (15.000–100.000/mm³) — achado clássico em lactentes não vacinados. Pode ser tão acentuada que simula leucemia linfocítica.
Notificação no Brasil: Doença de notificação compulsória semanal ao SINAN. Em surtos e óbitos: notificação imediata.
Métodos de tratamento disponíveis
Antibioticoterapia: Os antibióticos NÃO encurtam significativamente a fase paroxística se iniciados após 3 semanas de sintomas, mas erradicam B. pertussis da nasofaringe e reduzem a transmissão — esta é a principal indicação.
Primeira linha:
Azitromicina: 10 mg/kg/dia (máx 500 mg) VO por 5 dias — preferida em <1 mês de idade (não causa estenose hipertrófica de piloro, ao contrário da eritromicina)
Claritromicina: 15 mg/kg/dia (máx 1g) dividida em 2 doses, VO por 7 dias — ≥1 mês de idade
Eritromicina: 40–50 mg/kg/dia (máx 2g) dividida em 4 doses, VO por 14 dias — NÃO recomendada <1 mês (risco de estenose pilórica)
Alternativa (se intolerância a macrolídeos):
Tratamento de suporte (fundamental em lactentes):
Internação hospitalar: Obrigatória para todos os lactentes <6 meses e casos com apneia, cianose, dificuldade alimentar ou pneumonia
Monitoramento contínuo: Oximetria de pulso, monitor cardiorrespiratório — apneia é imprevisível
Aspiração de secreções nasofaríngeas
Oxigenoterapia se saturação <92%
Nutrição: Pequenas refeições frequentes; sonda nasogástrica se vômitos persistentes impedem alimentação adequada
Hidratação IV se desidratação por vômitos repetidos
Ventilação mecânica em casos graves com apneia recorrente ou insuficiência respiratória
Profilaxia de contactantes:
Antibiótico profilático (mesmos esquemas do tratamento) para TODOS os contactantes domiciliares, independente do estado vacinal
Prioridade máxima: lactentes <12 meses e gestantes no 3º trimestre
A maioria dos casos é tratada com eficácia quando diagnosticada precocemente.
Como se proteger
Vacinação — principal medida de prevenção:
Tipos de vacina:
wP (pertussis de célula inteira): Usada na pentavalente do PNI (DTP-HB-Hib). Mais reatogênica mas possivelmente mais duradoura. Usada nas doses primárias no Brasil.
aP (pertussis acelular): Componente da dTpa. Menos reatogênica. Usada em reforços para adolescentes, adultos e gestantes. Imunidade declina mais rapidamente (~5–7 anos).
Calendário PNI (SUS — gratuito):
2, 4, 6 meses: Vacina pentavalente (DTPw-HB-Hib) — série primária com pertussis de célula inteira
15 meses: 1º reforço com DTP (tríplice bacteriana celular)
4 anos: 2º reforço com DTP
Gestantes: dTpa (tríplice bacteriana acelular do adulto) a CADA gestação, preferencialmente entre 20ª e 36ª semana. ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL: anticorpos maternos transplacentários protegem o recém-nascido nos primeiros 2–3 meses de vida, antes que ele possa ser vacinado.
Profissionais de saúde: dTpa (se não vacinados com dTpa previamente)
Estratégia cocoon (ninho): Vacinar todos os contactantes próximos de recém-nascidos (pais, avós, cuidadores) com dTpa — protege indiretamente o lactente nos primeiros meses.
Profilaxia pós-exposição:
Antibiótico (azitromicina/claritromicina) para TODOS os contactantes domiciliares de caso confirmado, INDEPENDENTE do estado vacinal
Vacinar contactantes com esquema incompleto ou desatualizado
Eficácia da vacinação:
Série primária (3 doses wP): 80–85% de proteção
Após 5º dose (DTP 4 anos): >90% de proteção
Imunidade declina ao longo do tempo — eis porque adultos não vacinados com dTpa podem adoecer e transmitir
Marco brasileiro: Desde 2014, o Brasil oferece dTpa gratuita para gestantes pelo SUS — uma das políticas mais avançadas mundialmente para proteção neonatal contra coqueluche.
A preparação é a melhor proteção.
Risco para viajantes: A coqueluche tem distribuição global — o risco existe em qualquer destino. O risco é especialmente relevante para lactentes não vacinados ou parcialmente vacinados que viajam, e para adultos/adolescentes que podem adquirir a infecção e transmiti-la a lactentes ao retornar.
Antes da viagem:
Verificar esquema vacinal atualizado com reforços de dTpa
Adultos que nunca receberam dTpa: tomar 1 dose antes da viagem
Gestantes: garantir dTpa entre 20–36 semanas de cada gestação (protege o RN nas primeiras semanas de vida)
Lactentes <6 meses: não estão totalmente protegidos — a mãe deve ter recebido dTpa na gestação
Precauções durante a viagem:
Evitar contato de lactentes com pessoas com tosse prolongada
Higiene respiratória (cobrir tosse e espirros)
Caso desenvolva tosse persistente >2 semanas, especialmente com paroxismos noturnos ou vômitos pós-tussígenos, procure atendimento médico
Ao retornar ao Brasil: Se apresentar tosse com paroxismos >2 semanas após viagem, procure avaliação médica — diagnóstico e tratamento precoce reduzem a transmissão para contactantes vulneráveis (especialmente lactentes).
Estatísticas e dados geográficos
Carga global: A OMS estima 24,1 milhões de casos e ~160.000 mortes por coqueluche anualmente, predominantemente em crianças <5 anos em países de baixa renda. A doença é subnotificada mundialmente — muitos casos em adolescentes e adultos não são diagnosticados.
Ressurgimento global: Desde os anos 2010, surtos de coqueluche vêm ocorrendo em países com alta cobertura vacinal (EUA, Austrália, Reino Unido, Holanda). Causas prováveis:
Declínio da imunidade com vacinas acelulares (aP) mais rápido que com celulares (wP)
Acúmulo de coortes de adolescentes/adultos com imunidade decrescente
Melhoria do diagnóstico (PCR amplamente disponível)
A vacina acelular previne doença mas pode não prevenir colonização/transmissão
Situação no Brasil: O Brasil experimentou picos em 2011–2014 (>8.000 casos/ano em 2014), seguidos de declínio com a implementação da vacinação materna com dTpa (2014). Em 2019: ~2.100 casos. Em 2020–2021: queda significativa (medidas contra COVID-19). Em 2022–2023: retomada gradual (~1.500–2.000 casos/ano).
Perfil epidemiológico brasileiro:
Lactentes <6 meses: grupo mais afetado e com maior mortalidade
Mães e pais não vacinados com dTpa: principal fonte de infecção para lactentes
Cobertura com pentavalente: ~76% em 2023 (meta: ≥95%)
Cobertura com dTpa gestante: ~65% em 2023
Sazonalidade: Pico no final da primavera e verão em climas temperados; menos marcada em regiões tropicais.
Quem tem mais risco
Risk factors for pertussis infection and severe outcomes are primarily related to age, vaccination status, and proximity to infectious contacts.
Risk factors for infection:
Waning immunity: Pertussis immunity is not lifelong, whether acquired through vaccination or natural infection. Acellular vaccine protection wanes after 4–6 years; whole-cell vaccine protection after 4–15 years; natural immunity after 7–20 years. This creates large pools of susceptible adolescents and adults who drive ongoing transmission.
Household exposure: Secondary attack rates among susceptible household contacts are 80–90% — among the highest of any infectious disease. The primary source of infant infection is usually a household member (parent, sibling, or grandparent) with unrecognized pertussis.
Incomplete vaccination: Children who have not completed the primary series (3 doses) have substantially higher risk. Even a partial series provides some protection, but full protection requires ≥3 doses.
Crowded settings: Schools, daycare centers, military barracks, dormitories — pertussis outbreaks are frequently school-based.
Epidemic cycles: Pertussis epidemics occur every 3–5 years even in countries with >90% DTP3 coverage, reflecting the accumulation of susceptible individuals as vaccine immunity wanes.
Risk factors for severe disease and death:
Age <6 months: The highest-risk group for severe pertussis, hospitalization, and death. Infants this age have not yet completed the primary vaccine series and may lack protective maternal antibodies (especially if the mother was not vaccinated with Tdap during pregnancy). Apnea, pneumonia, pulmonary hypertension, and encephalopathy are disproportionately common.
Prematurity and low birth weight: Increased risk of severe pertussis due to smaller airways, immature immune function, and lower transplacental antibody transfer.
Absence of maternal Tdap vaccination: Infants born to unvaccinated mothers have 3–5× higher risk of pertussis in the first 2 months of life.
Comorbid respiratory disease: Asthma, bronchopulmonary dysplasia, and other chronic lung conditions may exacerbate the severity and duration of pertussis.
Extreme leukocytosis: WBC >100,000/µL in infants is an independent predictor of mortality, associated with leukostasis, pulmonary hypertension, and refractory hypoxemia.
Risk factors for prolonged cough in adults:
Asthma and chronic respiratory conditions
Active smoking
Advanced age
Immunocompromised status
Complicações potenciais
Complicações — mais graves e frequentes em lactentes <6 meses:
Complicações respiratórias:
Pneumonia: Principal causa de morte por coqueluche. Ocorre em 5–10% dos casos. Pode ser primária (B. pertussis) ou secundária (superinfecção bacteriana com S. pneumoniae, H. influenzae).
Atelectasia: Colapso pulmonar por tampões de muco espesso
Pneumotórax e enfisema subcutâneo: Raros; causados por pressão intratorácica elevada durante paroxismos
Apneia: O sinal mais ameaçador em lactentes — pode causar morte súbita ou dano cerebral hipóxico. Ocorre em 50–60% dos lactentes hospitalizados <6 meses.
Complicações neurológicas:
Encefalopatia pertussis: 0,1–0,3% dos casos em lactentes. Causada por hipóxia durante apneia/paroxismos prolongados, ou raramente por hemorragia intracraniana (pressão venosa elevada). Convulsões, alteração da consciência. Sequelas em 30% dos sobreviventes.
Convulsões: 1–2% dos casos. Febrís ou por hipóxia.
Hemorragia intracraniana (subdural, subaracnoide): Rara; pela pressão venosa durante paroxismos
Complicações mecânicas (pela pressão dos paroxismos):
Hemorragias subconjuntivais (25–30% dos casos paroxísticos)
Epistaxe, petéquias faciais
Fratura de costela (rara, especialmente em idosos)
Prolapso retal (raro)
Hérnia inguinal ou umbilical
Incontinência urinária
Hiperleucocitose em lactentes:
Mortalidade:
Global: 0,5–1% dos casos notificados (predominantemente lactentes <6 meses — 90% dos óbitos)
Lactentes <2 meses: mortalidade de 1–3%
Brasil (2019): 3 óbitos em 2.140 casos notificados
Adultos: mortalidade praticamente nula, mas morbidade significativa (tosse por meses)
Resultados esperados e recuperação
Lactentes <6 meses: Maior morbidade e mortalidade. TL 1–3% em lactentes não vacinados. Principal causa de óbito por coqueluche.
Crianças maiores e adultos: Raramente fatal, mas causa morbidade prolongada. "Tosse dos 100 dias."
Complicações:
Pneumonia (causa mais comum de óbito em lactentes): 5–10%.
Convulsões: 1–2%, geralmente febris.
Encefalopatia: 0,1–0,3%.
Fraturas de costela, hérnias, hemorragia subconjuntival (por tosse violenta).
Hipersensibilidade da tosse pós-coqueluche pode persistir por meses.
Imunidade: A infecção natural confere 7–20 anos de proteção. A imunidade induzida por vacina diminui ao longo de 5–10 anos.
Esta doença é prevenível por vacinação. Proteção eficaz está disponível.
Converse com um especialista em medicina de viagem sobre o esquema recomendado antes da sua viagem.
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Termos de uso completosRecent epidemiological data from the World Health Organization Global Health Observatory.
Source: WHO GHO OData ↗
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