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Quão grave?
Risco de morte
Sim
Vacina disponível?
Tempo até sintomas
Países afetados
Surtos ativos
Verifique o seu estado vacinal VASPR. Particularmente importante para mulheres em idade fértil — a rubéola durante a gravidez pode causar defeitos congénitos graves. As mulheres não imunes devem ser vacinadas pelo menos 4 semanas antes da viagem e evitar engravidar durante 4 semanas após a vacinação.
Infeção viral geralmente ligeira com exantema. Risco de síndrome de rubéola congénita (SRC) em grávidas não vacinadas.
Contagious viral infection known for its distinctive red rash.
A rubéola é causada pelo Rubella virus (família Matonaviridae). Doença geralmente benigna em crianças e adultos, mas devastadora quando ocorre na gravidez — a Síndrome da Rubéola Congénita (SRC) causa surdez, cardiopatias congénitas, cataratas e atraso do desenvolvimento. O risco de SRC é de 85–90% nas primeiras 8–10 semanas e ~30–50% nas semanas 11–12 de gestação.
Portugal foi certificado como tendo eliminado a rubéola em 2015. O PNV inclui VASPR aos 12 meses e 5 anos. Todas as mulheres em idade fértil devem ter imunidade documentada (IgG anti-rubéola). A rubéola e a SRC são DDO ao SINAVE.
Grávida com contacto suspeito de rubéola: investigação serológica urgente. Exantema em grávida. Petéquias/púrpura. RN com sinais de SRC. 112 (INEM).
Sinais e sintomas mais comuns
Incubação: 14–21 dias. Fase prodrômica: febre baixa, mal-estar, linfadenopatia retroauricular/suboccipital (sinal mais precoce e característico). Exantema maculopapular rosado, não confluente, 3 dias ("sarampo de 3 dias"). Artralgia/artrite em 60–70% das mulheres adultas. 25–50% assintomáticos.
Conhecer os sintomas é o primeiro passo para uma resposta rápida.
Curso típico da doença (pós-natal):
Característica-chave: Até 50% das infeções por rubéola são subclínicas — a serologia é necessária para confirmar o diagnóstico. O exantema é inespecífico e pode ser confundido com muitos outros exantemas virais.
Como esta doença é identificada
IgM anti-rubéola (padrão-ouro). IgG pareada. RT-PCR. Avidez de IgG (diferencia infeção recente de antiga — crucial em grávidas). DDO IMEDIATA ao SINAVE. Investigação de SRC: IgM no RN.
Métodos de tratamento disponíveis
Suporte. AINEs para artralgia. Grávidas: acompanhamento ecográfico intensificado. SRC: abordagem multidisciplinar (cardiologia, oftalmologia, ORL, neuropediatria). Não existe antiviral.
A maioria dos casos é tratada eficazmente com um diagnóstico precoce.
Como se proteger
PNV: VASPR aos 12 meses e 5 anos. Mulheres em idade fértil: verificar IgG antes da conceção; vacinar se suscetível (aguardar 30 dias antes de engravidar). A vacina é contraindicada na gravidez, mas vacinação inadvertida NÃO é indicação de interrupção. Eficácia: >97% com 1 dose.
A preparação é a melhor proteção.
Verificar imunidade antes de viagem. Grávidas suscetíveis: EVITAR viagem a áreas endémicas. Vacinar pós-parto imediato (seguro durante amamentação).
Estatísticas e dados geográficos
Portugal: eliminação certificada em 2015. Europa: endémica no SE Asiático e África. Global: ~24.000 casos notificados em 2023 (subnotificação significativa).
Quem tem mais risco
The most significant risk factor for rubella infection is lack of immunity, whether from absent vaccination or waning immunity. Individuals who have not received rubella-containing vaccine and have no history of natural infection are susceptible. In countries without universal rubella vaccination, seroprevalence studies show susceptibility rates of 10–25% in women of childbearing age.
Living in or traveling to countries where rubella is still endemic increases exposure risk. Crowded living conditions, healthcare settings, and educational institutions facilitate transmission. Healthcare workers, childcare providers, and teachers have occupational risk due to frequent contact with potentially infected individuals.
The most critical risk factor is pregnancy in a non-immune woman. The risk of congenital rubella syndrome varies dramatically by gestational age at the time of maternal infection: approximately 85% during the first 12 weeks, 50% at 13–16 weeks, and decreasing significantly after 20 weeks. This gestational gradient underscores the importance of pre-conception immunity screening and vaccination.
Complicações potenciais
SRC (85–90% se infeção no 1.º trimestre): surdez (80%), cardiopatias congénitas (50–70%), cataratas (25–50%), atraso mental. Artrite (60–70% mulheres adultas). Trombocitopénia (1/3.000). Encefalite (1/5.000–6.000, mortalidade 20–50%). Mortalidade pós-natal: praticamente nula.
Resultados esperados e recuperação
Rubéola pós-natal: Benigna. Autolimitada em 3–5 dias. Complicações raras em crianças. Os adultos podem apresentar artralgia transitória (especialmente mulheres, 70%).
Síndrome de Rubéola Congénita (SRC) — a preocupação crítica:
Infeção materna no primeiro trimestre: 80–90% de risco de SRC.
Manifestações da SRC: surdez neurossensorial (60–75%), defeitos cardíacos congénitos (PCA, estenose pulmonar), cataratas/glaucoma, défice intelectual, hepatoesplenomegalia, púrpura trombocitopénica (exantema "muffin de mirtilo").
A SRC acarreta morbilidade significativa ao longo da vida e mortalidade de 10–20% no primeiro ano.
Infeção no segundo trimestre: risco desce para 10–20%. Terceiro trimestre: a SRC é rara.
A nível global: A eliminação da rubéola foi alcançada nas Américas (2015). Os programas de vacinação reduziram dramaticamente a SRC a nível mundial.
Esta doença é prevenível pela vacinação. Proteção eficaz está disponível.
Fale com um especialista em medicina de viagem sobre o esquema recomendado antes da sua viagem.
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Termos de utilização completosRecent epidemiological data from the World Health Organization Global Health Observatory.
Source: WHO GHO OData ↗
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