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Quão grave?
Risco de morte
Sim
Vacina disponível?
Tempo até sintomas
Países afetados
Surtos ativos
Sem risco natural de viagem — a varíola foi erradicada. Nenhuma vacinação necessária. A consciencialização é mantida como ameaça bioterrorista, mas o risco é considerado extremamente baixo.
Doença viral altamente contagiosa erradicada em 1980. Historicamente ~30% de mortalidade. Sem risco natural, preocupações com bioterrorismo.
A varíola foi uma doença viral devastadora causada pelo vírus variola. Foi declarada erradicada pela OMS em 1980 após uma campanha de vacinação global bem-sucedida — a primeira doença humana erradicada. Reservas de vacinas são mantidas para preparação de emergência.
A varíola foi uma das doenças mais temidas da história da humanidade, matando cerca de 300 milhões de pessoas apenas no século XX. A OMS declarou a erradicação global em 1980 após uma intensa campanha de vacinação e vigilância.
O vírus variola existe agora apenas em dois laboratórios de investigação autorizados (CDC em Atlanta, EUA e VECTOR em Novosibirsk, Rússia). A vacinação de rotina cessou nas décadas de 1970–1980. A varíola continua a ser uma preocupação como potencial agente de bioterrorismo, e reservas de vacinas são mantidas por vários países.
In the extremely unlikely event of a suspected case:\n- febrile illness with characteristic deep, firm vesicular rash (centrifugal distribution, all lesions at same stage)\n- history of potential exposure to variola virus\n- THIS IS A GLOBAL HEALTH EMERGENCY — immediately isolate the patient, notify local and national health authorities, and contact WHO\n- do not attempt to collect specimens without proper biosafety protocols
Sinais e sintomas mais comuns
Apresentação clínica histórica:
Pródromo (2–4 dias): Febre alta (38,5–40,5°C), cefaleias intensas, lombalgia severa, mal-estar e prostração.
Fase de erupção: Máculas (manchas planas) → pápulas (lesões elevadas) → vesículas profundas e firmes (bolhas cheias de líquido) → pústulas → crostas. A erupção é centrífuga — mais proeminente na face e extremidades do que no tronco. Característica distintiva chave: todas as lesões estão no mesmo estádio de desenvolvimento simultaneamente, ao contrário da varicela.
Conhecer os sintomas é o primeiro passo para uma resposta rápida.
Curso histórico: período de incubação de 7–19 dias (tipicamente 12–14 dias). A fase prodromal durava 2–4 dias. A erupção aparecia e evoluía ao longo de 2–3 semanas através de estádios distintos. As crostas separavam-se em 3–4 semanas. O doente era contagioso desde o início da erupção até à queda de todas as crostas. A duração total da doença era de aproximadamente 4–6 semanas.
Como esta doença é identificada
O diagnóstico baseava-se em características clínicas típicas: distribuição centrífuga da erupção, lesões profundas e firmes, todas as lesões no mesmo estádio de desenvolvimento. Confirmação laboratorial por microscopia eletrónica, PCR e cultura viral do material das lesões. Qualquer caso suspeito de varíola é uma emergência de saúde pública global — contacte imediatamente as autoridades de saúde locais e nacionais e a OMS.
Métodos de tratamento disponíveis
Historicamente, nenhum antiviral específico estava disponível. O tecovirimat (TPOXX) foi aprovado com base em estudos animais para o tratamento da varíola. Os cuidados de suporte incluem líquidos, gestão da dor e prevenção de infeções bacterianas secundárias. A vacinação no prazo de 3–4 dias após a exposição pode prevenir a doença ou reduzir a sua gravidade. Qualquer caso suspeito ativaria protocolos de emergência de saúde pública.
A maioria dos casos é tratada eficazmente com um diagnóstico precoce.
Como se proteger
A preparação é a melhor proteção.
Estatísticas e dados geográficos
ERRADICADA mundialmente desde 1980. O último caso natural ocorreu na Somália em 1977. Não existe transmissão natural em nenhum lugar do mundo. O único risco remanescente é um hipotético acidente laboratorial ou libertação deliberada (bioterrorismo). A grande maioria da população mundial atual (nascida após 1980) não tem imunidade contra a varíola.
Quem tem mais risco
indivíduos não vacinados (a grande maioria da população mundial atual)
pessoas imunocomprometidas (provavelmente desenvolveriam doença mais grave)
relevante apenas no contexto de libertação deliberada ou acidente laboratorial
indivíduos previamente vacinados (antes de ~1980) têm imunidade em declínio ou inexistente
Complicações potenciais
Historical complications included secondary bacterial skin infections, corneal ulceration leading to blindness (approximately 1% of cases), encephalitis (rare), and death (~30% for variola major). Hemorrhagic smallpox was nearly 100% fatal. Survivors typically had severe, permanent pock-mark scarring on the face and body. Arthritis could develop during convalescence.
Resultados esperados e recuperação
A varíola maior (forma mais comum e grave) tinha uma mortalidade de aproximadamente 30%. A varíola menor (alastrim) tinha uma mortalidade de aproximadamente 1%. As formas hemorrágica e maligna (tipo plano) eram quase sempre fatais. Os sobreviventes frequentemente ficavam com cicatrizes profundas permanentes e podiam desenvolver cegueira por envolvimento da córnea.
Esta doença é prevenível pela vacinação. Proteção eficaz está disponível.
Fale com um especialista em medicina de viagem sobre o esquema recomendado antes da sua viagem.
Encontrar uma clínica de vacinação →O conteúdo desta página tem carácter exclusivamente informativo e educativo. Não constitui aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendações de tratamento. Em caso de problemas de saúde, consulte um profissional de saúde qualificado. O Medova não é um prestador de serviços médicos.
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